Fique por dentro de 7 tendências de liderança

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Ser um líder de sucesso exige uma série de competências e conhecimentos essenciais para essa função. No entanto, não se trata só disso, mas também de acompanhar o mercado e as tendências de liderança que podem transformar o modo como você aborda e gerencia sua equipe.

Ficar atento a essas mudanças é indispensável para manter os colaboradores motivados, gerando um resultado satisfatório e permitindo que todos sigam crescendo com a empresa. Já se foi o tempo em que liderar uma equipe significava apenas mandar e obedecer. Confira agora as tendências de liderança que você não pode ficar de fora pelos próximos anos. Boa leitura!

1. Organização inteligente

A primeira mudança tendencial está relacionada à forma como as empresas estão organizadas. Estamos acostumados com um modelo de gestão hierárquica, em que os colaboradores devem obedecer a ordens, consultar seus superiores sobre quaisquer decisões e reportar constantemente seus feitos. Esse pode ser um sistema bastante desmotivador, especialmente para as novas gerações.

A ideia é que as equipes possam vir a atuar como um organismo interconectado, em que cada parte depende das demais e contribui para o funcionamento do todo. Nesse caso, não é que a equipe não tenha que se reportar ao líder, mas isso acontece de forma natural, como uma espécie de parceria.

Todo esse processo é chamado de organização inteligente, por favorecer as inovações, tornar o ambiente de trabalho mais fluido e facilitar o aprendizado em vários níveis. Não é só o líder que aprende com os erros e acertos, mas seus liderados também.

2. Liderança inclusiva

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A ideia de que um líder tenha que cuidar da gestão de toda a equipe, fazendo um verdadeiro malabarismo entre seus projetos e dando conta dos contratempos surgidos, é realmente estafante. Além disso, pode comprometer a qualidade das entregas. Por isso, assim como gestores e diretores delegaram parte das suas responsabilidades há alguns anos, hoje os líderes seguem o mesmo caminho com os liderados.

Ensinar e oferecer oportunidades para a equipe será um comportamento cada vez mais frequente nos próximos anos. A liderança inclusiva ajuda a engajar as equipes e torná-las mais proativas, responsáveis e comprometidas com os resultados do negócio. Com isso, se sentem valorizadas, reconhecidas e desafiadas a darem o seu melhor.

Para colocar em prática, é muito simples:

  • peça mais contribuições e as considere ao tomar as decisões;
  • delegue a responsabilidade de determinada etapa de um processo a um integrante da equipe;
  • peça que alguém assuma a gestão do grupo em uma atividade e o acompanhe apenas de forma consultiva.

3. Liderança coletiva

Assim como a ideia da liderança colaborativa, adotar decisões coletivas é outra forte tendência de liderança. Em certos casos, é absolutamente mais vantajoso contar com ideias diversificadas, estimular a criatividade e incorporar outras perspectivas. Dessa forma, todo o grupo de colaboradores pode assumir e liderar em determinadas circunstâncias.

Esse processo simplifica a inovação, facilita a resolução de problemas, agiliza a organização do time e beneficia a empresa de muitas outras maneiras. É uma abordagem bastante frequente em startups e funciona muito bem. A confiança depositada no grupo acaba estimulando o amadurecimento profissional, tornando a situação um verdadeiro ganha-ganha.

4. Demanda por competências essenciais

Sabemos que, ao contratar um novo funcionário, especialmente para cargos de liderança, as empresas costumam exigir uma série de competências para assegurar que suas equipes estejam bem assistidas. No entanto, a tendência é que os negócios voltem a solicitar apenas aquelas habilidades essenciais, básicas, sem as quais é impossível progredir.

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Estamos falando de pessoas capazes de delegar tarefas, com senso de produtividade, desejo de evolução e empatia. Tudo isso é indispensável para uma boa mediação entre os interesses da empresa e os da equipe. Se um profissional não domina algum conhecimento técnico, isso pode ser facilmente desenvolvido, diferentemente das competências essenciais.

5. Humanização do ambiente de trabalho

O avanço da tecnologia traz consigo a enorme sensação de que a inteligência artificial vai invadir cada vez mais os espaços empresariais. É exatamente por isso que há uma forte tendência em humanizar o ambiente de trabalho. Além disso, uma rotina mecânica, demasiadamente formal e impessoal, influencia diretamente o nível de satisfação e motivação dos times.

Existem várias formas de fazer isso, desde o próprio clima organizacional até a otimização do espaço físico. Salas mais amplas, com uma boa iluminação natural, coloridas e com um aspecto leve ajudam a dar fluidez para o dia a dia de trabalho. Além disso, é essencial contar com uma liderança que estimule e valorize as particularidades de cada integrante da equipe, atendendo às suas necessidades.

6. Agilidade e flexibilidade

Seu cliente liga dizendo que o projeto no qual sua equipe estava trabalhando não vai dar em nada: ele teve uma ideia melhor e quer que vocês comecem a estudá-la imediatamente. Em quanto tempo você consegue responder estrategicamente a uma mudança brusca?

Tempo é um recurso cada vez mais precioso nas organizações. Por isso, para que as dificuldades sejam superadas, os erros e acertos precisam acontecer rapidamente. Além disso, o cenário real de atuação costuma ser bem diferente do planejado, e isso exige a capacidade de lidar com a imprevisibilidade, ou seja, é preciso ser flexível e ágil para responder adequadamente às mudanças.

Estar atento às novidades é apenas um primeiro passo para saber como organizar novas estratégias, mesmo quando o mercado muda. O equilíbrio entre esses fatores é o que assegura o sucesso da empresa. Por isso, é necessário estar aberto às novas possibilidades, escutar o time, considerar todas as possibilidades e trabalhar tudo para orquestrar demandas e ideias.

7. Inteligência emocional

Investir em inteligência emocional não é exatamente uma novidade, mas continua sendo uma tendência no mundo dos negócios. As pessoas não são apenas seus cargos, responsabilidades e resultados. Elas vêm dotadas de emoções e, quanto menos souberem lidar com elas, maior será a necessidade de que o líder interfira. Por isso, ele precisa ser o primeiro a dominar seu próprio campo emocional.

Reações exacerbadas, tensão, frustração, irritação, conflitos na equipe… A lista de problemas provenientes do comportamento humano e que podem prejudicar a produtividade é enorme. Evitar esses contratempos inclui reconhecimento e avaliação das próprias emoções para imprimir um comportamento adequado sobre elas.

Para quem não domina naturalmente esse aspecto da própria vida, existem diversos cursos e treinamentos que auxiliam no desenvolvimento da inteligência emocional. Só depois de compreender e lidar com suas emoções, o líder será capaz de mediar e ajudar a resolver problemas externos.

Conhecer e compreender essas tendências de liderança facilita a adaptação aos novos cenários. Além disso, fica mais simples lidar com as necessidades e expectativas da equipe. Dessa forma, além de alcançar resultados melhores para o negócio, você ainda ajuda a reforçar a employer branding, mostrando que a empresa é um ótimo lugar para crescer profissionalmente.

Gostou deste conteúdo? Agora, se você quer saber exatamente o que fazer para otimizar sua atuação e se manter atualizado sobre as tendências de liderança, entre em contato!

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